A wikipédia diz que a imaginação é uma faculdade ou capacidade mental que permite a representação de objetos segundo aquelas qualidades dos mesmos que são dadas à mente através dos sentidos.
Mas eu quero falar da imaginação ligada à inovação, ao processo criativo.
Como é que surgem ideias novas? Se tudo o que criamos é baseado na nossa experiencia, então é interessante apreciar o quanto o ser humano jà evoluiu ao longo da sua existencia.
Cada um criando com base no que viu, e por isso mesmo alterando a realidade. Permitindo assim a um próximo (nascido nessa realidade) imaginar algo mais. E assim evoluimos nós para o fogo, a roda, o lápis, a luz, o automóvel, o foguetão, o computador, os telemóvel e o futuro.
Afinal "O sonho é que comanda a vida" ;)
E estava eu num outro dia com um amigo meu a discutir técnicas de brainstorming, quando a inevitavel surgiu: o aleatório. Em sessões de brainstorming estagnadas é aconcelhado "atirar" palavras aleatórias, o meu amigo surgiu "libelinha".
E falavamos nós em libelinhas, quando ele argumentou que a "libelinha" vinha da sua vivência que outra pessoa diria outra coisa.
No fundo e sob a superficie [hmm reduncancia? ;) ], discutiamos sobre se a "imaginação" seria uma capacidade inata. Eu "dizia" que sim e ele pareceu-me defender o contrário.
Paralelamente a esta conversa, estava eu num dilema, o de falta de imaginação. Aquela "libelinha" tinha-me deixado meditativo, eu sentia-me preso, e procurava outras palavras "inovadoras" para atirar a uma sessão de brainstorming.
Começei a pensar: "libelinhas... cavalos!, Ursos!... Não isto são só animais.. está-me a escapar qualquer coisa... Colher!, Mesa!.. não isto são só substantivos, está-me a faltar qualquer coisa!"
Heis quando o meu amigo diz "Eu disse 'libelinha' como quem poderia ter dito 'felicidade'"
Caí por terra, tentei racionalizar: "Ya! É isso, sentimentos! Ok, então Animais e Sentimentos! PORRA! Não encontro nada de novo!" - Neste momento só conseguia pensar em animais e sentimentos sempre que pensava numa palavra 'inovadora'.
E foi aí que reparei, é assim que eu imagino. Olha para uma libelinha, vejo um animal, e 'inovo' para outro, posso subir de nivel para substantivos e finalmente para palavras. Mas, quando forço, é um método racional.
Pego no que existe à minha volta, faço a abstração, e volto a concretrizar.
Mas esta abstração, não se resume a este caso de "substantivo". Normalmente não tenho de imaginar/'inovar' palavras, mas sim ideias. E é por isso mesmo que normalmente (e em retrospectiva) dou por mim a utilizar metáforas. Quero explicar integração de sistemas à minha irmã que está em artes, e falo-lhe daqueles quadros de técnicas mistas que no final armonizam entre si. Mas heis depois que tenho de manter a metáfora, e inevitavelmente vão haver pontos de rotura. É nesses pontos que está a imaginação. "Mas se a tela é a rede, os traços os cabos e a tinta da china o cóbre, então o que é a colagem?"
Thursday, June 19, 2008
Imaginação
Institut More Money
Olá! Recentemente participei num workshop de hipnoseericksoniana, segue a descrição do evento, após contextualização.
Já a algum tempo que me interesso pelos "poderes" do subconsciente. Acho extremamente giro a maneira como conseguimos alterar os nossos estados de espírito apenas com a imaginação. Imaginando sons, imagens, toques ou qualquer um dos outros sentidos.
Acho extremamente divertido, que se pararmos um segundo. Relembrando a primeira memória de alegria que nos vem à mente.
E damos por nós a sorrir, acho interessante este poder que temos sobre nós próprios. Mas triste na maneira como o desperdiçamos em jogos, novelas, zangas ou afins.
E por esse motivo, procurei na net onde poderia aprender mais sobre este assunto.
A primeira resposta foi a PNL - Programação Neuro Linguística - que parece ser dedicada a utilizar estes "poderes", em nós e nos outros. Uma breve pesquisa fez-me reparar no mais notável dos seus fundadores, Richard Bandler, citado muitas vezes em textos de PNL.
Bandler, o pai da PNL afirma que esta pode ser utilizada para: remover fobias, perder peso, deixar de fumar ou simplesmente perder vícios, entre outras. Fui ler a sua biografia e descobri que este homem alem de obeso, foi um fumador compulsivo e viciado em cocaína.
Claro que quando alguém não sabe o que faz, não quer dizer que não saiba o que diz. Mas mesmo assim, optei por ir antes à raiz do PNL, algo anterior a Bandler. E há um nome que saltava sempre, o de Milton H. Erickson.
O nome não me era estranho, já o tinha ouvido numas aulas de Psicologia da Personalidade. Querendo ir mesmo à raiz, comprei então um livro que consistia em palestras deste senhor, que haviam sido transcritas e mais tarde publicadas. O livro chama-se "A cura na hipnose" (aliás "Healing in Hypnosis") e neleErickson fala e dá exemplos práticos, muitas vezes aplicando as suas técnicas na própria audiência.
Embora tenha gostado imenso do livro, fiquei com a sensação de que muito do que tinha lido, me tinha escapava.
Afinal, não se lê um livro de futebol e se diz "já sei jogar!".
As minhas "cobaias" foram os amigos e amigas. Até que recebi o primeiro e único aviso, um amigo meu tinha-se sentido pressionado a fazer e feito algo que não queria. Em minha defesa digo apenas que não foi totalmente propositado, queria apenas pedir-lhe uma coisa, e decidi utilizar o que aprendia. Naturalmente nunca mais fiz nada parecido sem antes verificar a pureza das minhas intenções. A minha outra cobaia sou eu, e eu já aprendi muito com essa.
E brincava neste estado de espírito, quando encontrei pela net o More Institut (Instituto Mais), um instituto internacional com uma sede em Portugal que ia dar um workshop em hipnoseericksoniana. O preço, de 180€ foi agressivo, mas a chegada de um profissional da Alemanha, com o propósito de dar o workshopfoi mais tentadora. Inicialmente até torci o nariz ao constatar que a licenciatura do profissional era em Informática, mas depressa despi este preconceito, afinal eu também sou de informática. ;)
Após alguns adiamentos, finalmente foi marcada uma data. Fomos um grupo de dez.
Quando cheguei à sala: uma pequena sala rectangular em que as cadeiras estava dispostas em semi-arco ao longo do lado maior, viradas para outras duas onde ficariam o Sr. Fridolin e o tradutor. Escolhi logo o lugar do meio, não queria perder pitada.
Sentamos-nos os 10, e sem apresentações nossas, o Sr. Fridolininicia a sessão. Eram 9:30 da manhã.
O seu discurso foi então, algo inesperado para mim. Percebi que a mensagem era "Temos mais capacidades do que aquelas que normalmente temos consciência", mas a transmissão utilizava argumentos como "Há mais ligações possíveis no cérebro, do que átomos no universo" e outros que de uma maneira geral tentavam destruir a ciência e a lógica era incorrecta. Estranhei, discordei com quase tudo o que ouvia, mas calei-me. Afinal eu concordava com a mensagem, apenas não com os meios. Não era necessário quebrar o ritmo logo ali.
Mas houve um senhor que interrompeu e entre outras coisas citou um estudo, cientifico, de experiências ligadas à hipnose. Esta pessoa, vim a saber mais tarde, está ligada ao ensino da hipnose médica ao nível universitário. A mensagem foi "há provas cientificas da hipnose, não precisamos deitar a ciência abaixo para a defender". Outra pessoa interrompeu, e disse exactamente o que eu pensava, ao começar com "Eu não concordo com estas criticas generalizadas à ciência".
Somos todos pessoas educadas e a conversa parou ali. O Sr.Fridolin explicou qual era a sua mensagem e nisso todos concordamos.
A primeira manhã foi naturalmente leve. Ao almoço juntámos-nos, falámos e de maneira geral o grupo conviveu e conheceu-se melhor.
Na parte da tarde, fizemos cada um seu pendente e brincamos com ele, cada um a descobrir qual o seu "Sim", "Não" ou "Não sei" conforme os movimentos que o pendente fazia quando pensava na palavra.
Foi pena não termos usado o pendente para mais nada. Mas a pedra era gira.
Fizemos também uma sessão de meditação assistida onde cada um tentou criar o seu "lugar seguro". O Sr. Fridolin fez notar que ele iria ser generalista nas suas sugestões, pois o lugar seguro de uma pessoa poderia ser completamente diferente de o de outra. Por exemplo uns sentem-se mais seguros na o silêncio, outros no meio dos que mais gostam. Não pude por isso deixar de achar estranho quando ele sugestionou crianças para o *meu* lugar seguro. Não me fazia sentido nenhum naquela altura. Pareceu-me um erro básico para alguém que quer fazer uma indução genérica.
No final da meditação ele perguntou quem tinha ouvido as crianças, o que mostrou premeditação. Foi pena que me tenha estragado o transe apenas porque quis forçar uma opinião. Até porque a abordagem Ericsoniana consiste exactamente no contrário, ou seja, em concordar e respeitar o que os sujeitados possam pensar não induzindo nada directamente.
Mas o lugar seguro era parte da caminhada e não o destino. Há que esperar pelas técnicas, afinal era apenas uma indução, não tinha de ser uma indução erisckoniana.
E chegou o segundo e ultimo dia. Na primeira parte do dia o Sr.Fridolin foi lendo coisas do manual. E depois do almoço continuou. Havia a ocasional interrupção, mas de maneira geral o Sr. Fridolin ia lendo. Foram referidas várias técnicas, mas quando digo referidas, uso a palavra correcta.
Até que, pelas 16h, com duas horas para o final do workshop o Sr. Fridolin passa para o uso da hipnose ericksoniana para anestesia ou redução de dor. O professor disse o que eu pensei "Ora, foi para isso mesmo que eu cá vim!".
Se eu até à altura tinha oferecido o beneficio da dúvida, não consegui aumentar mais a minha generosidade.
Faltavam duas horas para o final do workshop e o Sr. Fridolin foi lendo. Vou dar um exemplo para quem conhece abordagem doErickson para redução de dor por percentagem. O Sr Fridolin diz "Uma das maneiras é aumentar a dor e depois descer-la, tive por exemplo um caso de uma pessoa que no final da sessão tinha apenas com quinze por cento da dor" e muda para o ponto seguinte. Ora, eu aqui sabia o que devia ser dito, e para minha tristeza, sabia muito mais do que estava a ser dito. Não conseguia acreditar como era possível estarem a passar ao lado de ouro e dizer que o bronze que me mostravam tinha o mesmo valor.
Estava a ser enganado, agora tinha consciência disso. Ninguém consegue deduzir como por em prática qualquer uma das noções apresentadas, pois a apresentação das mesmas omite os métodos.
Considero-me positivo, alegre e respeitador. E a honestidade faz parte das minhas crenças mais profundas que tão carinhosamente a minha mãe me ofereceu. Foi por isso uma quebra demasiado forte de realidade, alguém oferecer-me tão hipocritamente um certificado de participação num workshop em hipnoseericksoneana, quando não me ensinou nada.
Não imagino quais terão sido os motivos.. preguiça, ignorância, ganância, todos me parecem insuficientes para o que me aconteceu.
E por isso, permitindo-me a generalização, apenas para facilitar pesquisas alheias (google):
O More Institut é uma fraude.
José Feiteirinha
Já a algum tempo que me interesso pelos "poderes" do subconsciente. Acho extremamente giro a maneira como conseguimos alterar os nossos estados de espírito apenas com a imaginação. Imaginando sons, imagens, toques ou qualquer um dos outros sentidos.
Acho extremamente divertido, que se pararmos um segundo. Relembrando a primeira memória de alegria que nos vem à mente.
E damos por nós a sorrir, acho interessante este poder que temos sobre nós próprios. Mas triste na maneira como o desperdiçamos em jogos, novelas, zangas ou afins.
E por esse motivo, procurei na net onde poderia aprender mais sobre este assunto.
A primeira resposta foi a PNL - Programação Neuro Linguística - que parece ser dedicada a utilizar estes "poderes", em nós e nos outros. Uma breve pesquisa fez-me reparar no mais notável dos seus fundadores, Richard Bandler, citado muitas vezes em textos de PNL.
Bandler, o pai da PNL afirma que esta pode ser utilizada para: remover fobias, perder peso, deixar de fumar ou simplesmente perder vícios, entre outras. Fui ler a sua biografia e descobri que este homem alem de obeso, foi um fumador compulsivo e viciado em cocaína.
Claro que quando alguém não sabe o que faz, não quer dizer que não saiba o que diz. Mas mesmo assim, optei por ir antes à raiz do PNL, algo anterior a Bandler. E há um nome que saltava sempre, o de Milton H. Erickson.
O nome não me era estranho, já o tinha ouvido numas aulas de Psicologia da Personalidade. Querendo ir mesmo à raiz, comprei então um livro que consistia em palestras deste senhor, que haviam sido transcritas e mais tarde publicadas. O livro chama-se "A cura na hipnose" (aliás "Healing in Hypnosis") e neleErickson fala e dá exemplos práticos, muitas vezes aplicando as suas técnicas na própria audiência.
Embora tenha gostado imenso do livro, fiquei com a sensação de que muito do que tinha lido, me tinha escapava.
Afinal, não se lê um livro de futebol e se diz "já sei jogar!".
As minhas "cobaias" foram os amigos e amigas. Até que recebi o primeiro e único aviso, um amigo meu tinha-se sentido pressionado a fazer e feito algo que não queria. Em minha defesa digo apenas que não foi totalmente propositado, queria apenas pedir-lhe uma coisa, e decidi utilizar o que aprendia. Naturalmente nunca mais fiz nada parecido sem antes verificar a pureza das minhas intenções. A minha outra cobaia sou eu, e eu já aprendi muito com essa.
E brincava neste estado de espírito, quando encontrei pela net o More Institut (Instituto Mais), um instituto internacional com uma sede em Portugal que ia dar um workshop em hipnoseericksoniana. O preço, de 180€ foi agressivo, mas a chegada de um profissional da Alemanha, com o propósito de dar o workshopfoi mais tentadora. Inicialmente até torci o nariz ao constatar que a licenciatura do profissional era em Informática, mas depressa despi este preconceito, afinal eu também sou de informática. ;)
Após alguns adiamentos, finalmente foi marcada uma data. Fomos um grupo de dez.
Quando cheguei à sala: uma pequena sala rectangular em que as cadeiras estava dispostas em semi-arco ao longo do lado maior, viradas para outras duas onde ficariam o Sr. Fridolin e o tradutor. Escolhi logo o lugar do meio, não queria perder pitada.
Sentamos-nos os 10, e sem apresentações nossas, o Sr. Fridolininicia a sessão. Eram 9:30 da manhã.
O seu discurso foi então, algo inesperado para mim. Percebi que a mensagem era "Temos mais capacidades do que aquelas que normalmente temos consciência", mas a transmissão utilizava argumentos como "Há mais ligações possíveis no cérebro, do que átomos no universo" e outros que de uma maneira geral tentavam destruir a ciência e a lógica era incorrecta. Estranhei, discordei com quase tudo o que ouvia, mas calei-me. Afinal eu concordava com a mensagem, apenas não com os meios. Não era necessário quebrar o ritmo logo ali.
Mas houve um senhor que interrompeu e entre outras coisas citou um estudo, cientifico, de experiências ligadas à hipnose. Esta pessoa, vim a saber mais tarde, está ligada ao ensino da hipnose médica ao nível universitário. A mensagem foi "há provas cientificas da hipnose, não precisamos deitar a ciência abaixo para a defender". Outra pessoa interrompeu, e disse exactamente o que eu pensava, ao começar com "Eu não concordo com estas criticas generalizadas à ciência".
Somos todos pessoas educadas e a conversa parou ali. O Sr.Fridolin explicou qual era a sua mensagem e nisso todos concordamos.
A primeira manhã foi naturalmente leve. Ao almoço juntámos-nos, falámos e de maneira geral o grupo conviveu e conheceu-se melhor.
Na parte da tarde, fizemos cada um seu pendente e brincamos com ele, cada um a descobrir qual o seu "Sim", "Não" ou "Não sei" conforme os movimentos que o pendente fazia quando pensava na palavra.
Foi pena não termos usado o pendente para mais nada. Mas a pedra era gira.
Fizemos também uma sessão de meditação assistida onde cada um tentou criar o seu "lugar seguro". O Sr. Fridolin fez notar que ele iria ser generalista nas suas sugestões, pois o lugar seguro de uma pessoa poderia ser completamente diferente de o de outra. Por exemplo uns sentem-se mais seguros na o silêncio, outros no meio dos que mais gostam. Não pude por isso deixar de achar estranho quando ele sugestionou crianças para o *meu* lugar seguro. Não me fazia sentido nenhum naquela altura. Pareceu-me um erro básico para alguém que quer fazer uma indução genérica.
No final da meditação ele perguntou quem tinha ouvido as crianças, o que mostrou premeditação. Foi pena que me tenha estragado o transe apenas porque quis forçar uma opinião. Até porque a abordagem Ericsoniana consiste exactamente no contrário, ou seja, em concordar e respeitar o que os sujeitados possam pensar não induzindo nada directamente.
Mas o lugar seguro era parte da caminhada e não o destino. Há que esperar pelas técnicas, afinal era apenas uma indução, não tinha de ser uma indução erisckoniana.
E chegou o segundo e ultimo dia. Na primeira parte do dia o Sr.Fridolin foi lendo coisas do manual. E depois do almoço continuou. Havia a ocasional interrupção, mas de maneira geral o Sr. Fridolin ia lendo. Foram referidas várias técnicas, mas quando digo referidas, uso a palavra correcta.
Até que, pelas 16h, com duas horas para o final do workshop o Sr. Fridolin passa para o uso da hipnose ericksoniana para anestesia ou redução de dor. O professor disse o que eu pensei "Ora, foi para isso mesmo que eu cá vim!".
Se eu até à altura tinha oferecido o beneficio da dúvida, não consegui aumentar mais a minha generosidade.
Faltavam duas horas para o final do workshop e o Sr. Fridolin foi lendo. Vou dar um exemplo para quem conhece abordagem doErickson para redução de dor por percentagem. O Sr Fridolin diz "Uma das maneiras é aumentar a dor e depois descer-la, tive por exemplo um caso de uma pessoa que no final da sessão tinha apenas com quinze por cento da dor" e muda para o ponto seguinte. Ora, eu aqui sabia o que devia ser dito, e para minha tristeza, sabia muito mais do que estava a ser dito. Não conseguia acreditar como era possível estarem a passar ao lado de ouro e dizer que o bronze que me mostravam tinha o mesmo valor.
Estava a ser enganado, agora tinha consciência disso. Ninguém consegue deduzir como por em prática qualquer uma das noções apresentadas, pois a apresentação das mesmas omite os métodos.
Considero-me positivo, alegre e respeitador. E a honestidade faz parte das minhas crenças mais profundas que tão carinhosamente a minha mãe me ofereceu. Foi por isso uma quebra demasiado forte de realidade, alguém oferecer-me tão hipocritamente um certificado de participação num workshop em hipnoseericksoneana, quando não me ensinou nada.
Não imagino quais terão sido os motivos.. preguiça, ignorância, ganância, todos me parecem insuficientes para o que me aconteceu.
E por isso, permitindo-me a generalização, apenas para facilitar pesquisas alheias (google):
O More Institut é uma fraude.
José Feiteirinha
Subscribe to:
Posts (Atom)